quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Dois de Janeiro de Dois Mil e Doze


Alguém me contou ou li em algum lugar que essa coisa de amor não tem a ver com querer.
O amor tem a ver com paciência.

Eu nunca dou muita importância para as coisas que não posso usar imediatamente. Logo, essa lição passou ao vento.

Depois de tudo o que passei e pessoas que passaram, agora faz tanto sentido. Eu acho que entendo. Não é possível se relacionar sem estar pronto. E o que estar pronto significa? Penso que tem a ver com ser completo e não depender do outro para se completar. É como transbordar com a presença do outro. Mas quando sabemos que estamos pronto? Isso eu não sei, ainda não me sinto pronta e nem consigo ver esse momento! Apesar de sair por aí demonstrando minha vida bem resolvida, ainda me encolho em posição fetal e choro sobre os problemas que não sei como resolver. Penso em todos os sentimentos que não queria sentir e naqueles que não existem, mas deveriam. Imagino que toda essa nostalgia se deva às festas de fim de ano, na qual todos choram. Menos eu! Eu sou bem resolvida demais pra chorar com isso, até me pegar sozinha, me lembrando do que não foi, na morte da bezerra ou no leite derramado!

Mais dois dias pra dois anos e eu ainda estou contando.
Sério?! 

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